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Archive for julho \31\-03:00 2009

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Ótima iniciativa da Design de Moda Madalena Sena, que criou uma etiqueta escrita em Braille para que o deficiente visual escolha a cor da sua roupa com autonomia!

Clique aqui para ver a matéria.

cores aos cegos

As cores das roupas são importantes na vida de qualquer pessoa. Ninguém compra uma peça com os olhos fechados sem saber o que está levando!

Cada vez mais está aparecendo este tipo de invenção, esta não é a única! Veja.

Depois do Concurso de Moda Inclusiva que eu postei aqui, várias idéias de roupas acessíveis estão estão ganhando os mercados, e a moda está cada vez mais adaptada ao mercado! Clique.

Além das cores, a identificação nas peças são importantes não só para deficientes visuais, pois qualquer pessoa precisa dessas informações antes de comprar, como por exemplo: tamanho e os preços.

Existem preços que não estão marcados na peça. Outras lojas escrevem os preços bem pequenos e a lápis. Outras tem os preços implicitos no meio de códigos que só os vendedores entendem. Em poucas lojas os preços são marcados de forma fácil e clara.

O entendimento fácil e rápido da etiqueta facilita a vida do consumidor e dos vendedores!

🙂

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norma 15290

Essa Norma quase ninguém conhece: Acessibilidade em Comunicação na Televisão.

É muito importante, pois além de levar Comunicação para pessoas com alguma deficiência, também é muito útil para lugares cheios como praças de alimentação em que tem muito barulho OU em lugares que não pode ter barulho! É útil também para crianças em fase de alfabetização e também para treinar o inglês.

Se você não quiser ler as dez páginas desta Norma, leia alguns itens que seguem os preceitos do Desenho Universal:

a) viabilizar à maior quantidade possível de pessoas, independentemente de idade, limitação de percepção ou
cognição, o acesso à programação televisiva;


b) dar acesso à informação e ao entretenimento proporcionados pela TV a pessoas com deficiência auditiva,
visual ou cognitiva;


c) facilitar a surdos, estrangeiros residentes no país e pessoas semi-analfabetas a aquisição da língua portuguesa
escrita;


d) possibilitar o exercício da cidadania aos usuários da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS);


e) permitir a pessoas cegas ou com baixa visão o acesso às mensagens transmitidas de forma essencialmente visual;


f) permitir a pessoas que não possam ler as legendas abertas (de tradução) o acesso à programação transmitida
em língua estrangeira;


g) possibilitar o acesso à informação em áreas de uso público ou coletivo com alto nível de ruído (bares,
aeroportos, saguão de hotéis etc.);


h) desenvolver a comunicação, assegurando os direitos do cidadão estabelecidos pela Constituição Federal.

🙂

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Acende a luz!

Reparei nesse detalhe e tive que tirar uma foto, claro!

interruptor

Perto da mesa tem um interruptor que devia ser ativado sempre e sem querer. Devia ser um transtorno toda hora as luzes apagando e toda a lanchonete olhando pra pessoa que estava sentada lá.

Aí para não ter que quebrar a parede e mudar o interruptor de lugar OU mudar a mesa de lugar, uma solução simples foi adotada! E resolveu muito bem. Essa pecinha metálica é bem baratinha e os parafusos foram aproveitados.

Agora a luz só é apagada se tiver a intenção mesmo.

🙂

Isso não está na Norma de Acessibilidade, claro, mas faz parte da criatividade do arquiteto que se estiver atento não deixa passar despercebido nenhum detalhe que no dia a dia pode incomodar.

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Eu tinha feito um post sobre “O Sachê”, pois não são acessíveis.

Mas isso foi antes de ver este vídeo enviado pelo @fr_ do twitter:

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No Centro de São Paulo existem muitas calçadas irregulares, mas essa me chamou mais atenção, aliás, tive que ter atenção redobrada e mesmo assim quase caí.

Imagina uma pessoa de salto alto, bem característico da região, ou alguém destraído ou com alguma deficiência.

av sao luis 3

av sao luis 2

Revestimento de mosaico tipo português é uma armadilha. Ainda mais se estiver em mau estado de conservação.

Causa trepidação para pessoas em cadeiras de rodas. A pessoa com deficiência visual fica sem ponto de referência, pois não consegue rastrear o caminho com a bengala. Para mulheres de salto alto este tipo de piso é desafiador!

Além do mosaico tipo português, outros revestimentos foram usados de forma inadequada.

A largura central da calçada é 4,50 metros. Mas com a instalação de barreiras essa calçada é pouco aproveitada.

Por ser movimentada  seria útil ter bancos anexos ao floreiras, com lixeiras próximas. Os vasos de concreto colocados aleatoreamente pelos comerciantes são proibidos, assim como os balizadores para evitar a presença de veículos.

av sao luis 1

😦

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Embalagens Acessíveis

Sem que a gente perceba existem produtos que facilitam o manuseio!

Um exemplo são as tampinhas de cremes, óleos corporais, pastas de dente, etc.

tampa

Repara que a primeira tampa não tem as “ranhuras”! Isso é péssimo para abrir quando estamos com o próprio produto nas mãos. Já a tampa da embalagem ao lado, mesmo sendo menor é mais fácil de abrir porque tem as ranhuras!

Essas ranhuras podem passar despercebidas no dia a dia, mas ajudam muito na hora de abrir o produto, pois existem pessoas que não tem tanta mobilidade com a ponta dos dedos, o que chamamos de “tato fino”.

Outro item que também tem Desenho Universal são as embalagens de shampoo:

shampoo

Exemplo: se cair sabão nos olhos, mesmo com os olhos fechados sabemos diferenciar qual é o shampoo e o condicionador através do formato da embalagem! Isso vale para idosos, deficientes visuais, pessoas destraidas, pessoas analfabetas, etc. Veja mais: http://migre.me/3XIG

Aproveitando a linha de produtos de higiêne, não posso deixar de falar e elogiar as embalagens com informações em Braille!

embalagem braille

Se o produto já chegar com inscrições em Braille da fábrica os deficientes visuais agradecem. Isso dá autonomia.

Agora as caixas de remédios e produtos congelados também vem com Braille. E cada vez mais as empresas estão tendo esta preocupação!

🙂

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O logo

Não sei se vocês perceberam, mas o meu logo é uma “joaninha” e suas bolinhas do lado de dentro formam uma célula Braille.

Por ser uma joaninha, havia escolhido a infeliz cor vermelha. Dá impressão que todas as fotos estão erradas, já que em algumas fotos sem querer eu coloquei uma joaninha verde e outra amarela. Quem percebeu isso foi a @giselerebelo do Twitter, e eu agradeço muito por ter me avisado isso.

Então essas cores serão adotadas para “classificar” o assunto em questão assim:

logotipo

O logo original será roxo!

Espero que vocês gostem! 😀

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O Centro Cultural São Paulo é uma opção de lazer, cultura e acessibilidade!

Existe salas de leitura, bibliotecas, gibiteca e também a Biblioteca “Louis Braille”, o que trás ao Centro Cultural grande frequencia do público deficiente visual. E por ser de fácil acesso por metrô e por estar no “meio do caminho” muita gente aproveita para estudar, marcar bate papos, etc.

Existem vários mapas táteis espalhados pelo centro Cultural, o que dá autonomia para os deficientes visuais!

centro cultural 3

centro cultural 2

O lugar é bonito, agradável e acessível para TODAS as pessoas!

centro cultural 1🙂

Endereço: Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso – São Paulo

http://www.centrocultural.sp.gov.br

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Estacionamento

É comum ver obstáculos em vagas de estacionamento reservadas para pessoas com deficiência.

vaga com a moto

Essa faixa amarela parece atrair motoqueiros, mas ela tem uma função e deve sempre estar livre.

Seu nome é “faixa de transferência” e como o próprio nome sugere, serve para que a pessoa faça a transferência do banco do carro para a cadeira de rodas e vice versa.

Outro exemplo de obstáculo são as correntes e os cones:

vagas com obstáculos

Nesses casos não havia ninguém para retirar os obstáculos se caso encostasse um carro. O estabelecimento obstrui a vaga e esquece que alguém com deficiência pode chegar a qualquer momento.

Imagine uma pessoa com deficiência chegando nessa vaga. Teria que se transferir para a cadeira de rodas na calçada (ou fora da vaga), deixando o carro em lugar inadequado, tirar o cone (ou corrente), voltar para o carro, se transferir de novo para o carro e estacionar. E depois se transferir novamente para a cadeira de rodas para ir ao estabelecimento!

Ufa.

Agora o Ministério Público vai obrigar estabelecimentos a proteger as vagas reservadas para deficientes, veja: http://migre.me/3GkD

“Assim que chegar ao shopping, o cliente com deficiência deverá acionar um funcionário previamente encarregado de desobstruir a vaga reservada. Ele poderá identificar o cliente com deficiência por meio do cartão Defis, fornecido pela Prefeitura, mas o documento não será obrigatório.” disse o Ministério Público.

Tomara que esta medida funcione, e que os estabelecimentos não protejam tanto as vagas a ponto de não serem usadas.

Essa “proteção” só é necessária porque a população ainda não se conscientizou que essas são reservadas para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

Todas as outras vagas são reservadas para você que não tem deficiência!

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Manual de Convivência

Hoje entrei no metrô junto com um rapaz de muletas.

Uma criança que estava sentada no colo da mãe logo reparou e apontou: “olha mãe, o homem tá sem a perna!”

Foi aí que eu lembrei do “Manual de Convivência”, da Mara Gabrilli, em especial desse trecho:

Ao contrário do que se diz, as pessoas com deficiência não se importam em responder
a perguntas sobre sua deficiência. Aquelas situações em que uma criança fica
olhando ou faz alguma pergunta sobre a deficiência de uma pessoa não é constrangedora.
O que torna a situação embaraçosa é, invariavelmente, a atitude dos pais, que
puxam a criança pelo braço e cochicham algo do tipo: “não faça isso, não mexa com
ele”. A criança tem curiosidade do mundo que ainda não conhece. O adulto já tende
a mascarar essas “curiosidades” que ignoram. De qualquer forma, a receita é simples:
aja com naturalidade. Perguntar sobre o que não conhecemos é sempre natural.

manual de convivência

Quando a criança apontou a mãe ficou sem graça e segurou o braço do garoto para que ele parasse de apontar. O rapaz de muleta chegou mais perto para matar a curiosidade do garoto, que gritou bem alto:

-Moço, cadê a sua perna?

-É que eu não obedeci a minha mãe! Não pedi para atravessar a rua, aí veio um caminhão e passou por cima da minha perna… Você obedece a mamãe, né?

-Obedeço. Mas eu sei atravessar a rua. Quando vem o carro eu vejo.

-Mas tem que segurar a mão da mamãe, pois as vezes não dá tempo de ver o carro! Você promete que vai dar a mão para atravessar a rua?

-Prometo! Não quero ficar sem a perna!

A conversa foi ótima. Não ofendeu ninguém e o garoto vai prestar mais atenção ao atravessar a rua. 🙂

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