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Archive for dezembro \26\UTC 2009

Mara Gabrilli

A Mara Gabrilli é uma pessoa muito especial e que nesse ano me deu uma oportunidade maravilhosa de trabalhar com ela.

Eu só tenho a agradecer, pois é muito gratificante fazer parte da equipe de uma pessoa que eu sempre fui fã.

Veja aqui o depoimento dela para a novela Viver a Vida.

É um incentio para quem está um pouco pra baixo nesse finl de ano, pois a Mara é um exemplo de mulher feliz e bem realizada.

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Acessibilidade x Gestão

Em uma entrevista recente, não lembro para qual revista, a Mara Gabrilli disse que só Acessibilidade não resolve. E não resolve mesmo.

Vou explicar na prática o motivo:

Esses lugares mostrados nas fotos acima, mostram uma preocupação com acessibilidade, porém, as pessoas que trabalham nesse lugar não sabem para que serve “um sanitário maior que os outros” e acabam utilizando como depósito, almoxarifado,espaço para massagem, descanso depois do almoço, etc.

Nesse caso, o problema é de gestão. Quando há um treinamento esse tipo de atitude dificilmente acontece.

É inacreditável, mas eu já vi um segurança dando um cochilo depois do almoço em um sanitário acessível!

E já vi também em uma agência bancária funcionários utilizando o sanitário acessível como sala de massagem, com maca, incenso, música ambiente e massagista! Pediram para que eu esperasse 10 minutinhos para que a massagem acabasse para eu poder entrar e vistoriar. A foto não ficou boa, mas dá pra ver a maca e o som em cima do lavatório.

É preciso orientar as pessoas, além de ter um lugar acessível.

Estive na Koda Consultoria e, eles estão interessados em treinar principalmente porteiros e seguranças para atender pessoas em cadeiras de rodas, idosos, pessoas com carrinho de bebê, deficiêntes visuais, enfim.

Como abordar essa pessoa com deficiência? Por que um sanitário acessível deve esstar sempre livre de obstáculos? Devo oferecer ajuda? Todas essas respostas tem que estar bem claras para funcionários, porteiros e seguranças em geral. E eu achei muito interessante essa iniciativa inédita! Ninguém melhor do que uma empresa especializada em “segurança” para abordar este tema.

Um elevador deve sempre atender uma pessoa em cadeira de rodas, grávidas, idosos, pessoas que estão com o pé quebrado… Mas as vezes o elevador está lotado de pessoas que NÃO tem essas características, e quem realmente precisa não usa.

O corrimão existe para dar segurança, e não para pendurar tapete para secar, guarda-chuva, enfeites natalinos, etc.

Mesmo sabendo que a edificação não é acessível, as pessoas devem estar atentas e mostrar boa vontade para ajudar uma mãe entrar com o carrinho de bebê, por exemplo.

As plataformas elevatórias devem estar sempre funcionando (o que é raro), e os funcionários devem saber manusear o equipamento.

Resumindo, uma edificação acessível é inútil sem a conscientização de TODAS as pessoas.

😀

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Bebedouro e Telefone

É ótimo beber água sempre que dá sede, não é?

Imagina uma pessoa com deficiência, no verão, com sede e encontra um bebedouro sem “acesso”! É no mínimo frustrante.

Imagina também uma pessoa em cadeira de rodas, anã ou de baixa estatura precisando usar o telefone público com urgência, e só encontra telefones instalados no alto!

Me chamou atenção o bebedouro e o telefone do Shopping Cidade Jardim. São acessíveis além de muito bonitos.

A Norma NBR 9050/2004 diz: Item 9.2.5.2 O telefone deve ser instalado suspenso, com altura livre inferior de no mínimo 0,73 m do piso acabado.

É legal ver como esses itens podem ser bonitos e sem esquecer de atender todas as pessoas!

Infelizmente o que a gente está acostumado a ver é isso:

É por isso que eu faço questão de elogiar o que está adequado e criticar o que não atende todas as pessoas.

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O Memorial da Inclusão: os Caminhos da Pessoa com Deficiência foi inaugurado hoje, dia 03 de dezembro e reúne em um só espaço fotografias, documentos, manuscritos, áudios, vídeos e referências aos principais personagens, às lutas e às várias iniciativas que viabilizaram conquistas e melhores oportunidades às pessoas com deficiências.

Veja mais aqui.

Eu tirei várias fotos do espaço, que estava todo acessível para pessoas em cadeira de rodas, deficiêntes visuais, auditivos, anões. A qualidade que esse projeto tem de levar informação para todas as pessoas me deixou muito feliz! A cenógrafa Yara Candotti está de parabéns.

Para facilitar a visualização, as impressões dos painéis foram feitas em superfície de alumínio, em alto relevo.

E os textos em Braille ficam ao lado dos painéis.

E esses textos estão em um balcão acessível. Em cima desse balcão tem um sensor de presença que dispara o áudio referente aos textos do painél, pois nem todo cego sabe ler em Braille. Fora as pessoas analfabetas.

Perfeito esse balcão: se chega um anão ele também tem acesso a informação!

O ano que eu cheguei ao mundo (1981) é o Ano Internacional das Pessoas Deficientes!

Tenho várias fotos, mas para finalizar vou colocar uma foto em homenagem ao Movimento Superação, que esse ano acontecerá dia 05/12, esse sábado.

Essa foi a primeira passeata do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência.

😀

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Capacho

O capacho é importante para não levarmos sujeira e água de chuva para dentro do lugar.

Alguns capachos muito altos formam um desnível insignificante, mas para pessoas em cadeira de rodas esse desnível é um obstáculo.

A Norma (NBR 9050/0224) diz:

6.1.7.1 Os capachos devem ser embutidos no piso e nivelados de maneira que eventual desnível não exceda 5 mm.

Assim:

Esse capacho ficou discreto, e o recorte no piso ficou muito bem feito, pois não tem saliência nenhuma.

Os seguranças que estavam ali perto devem ter pensado: “por que será que essa louca está tirando fotos disso?”

Já passei da fase de ter vergonha de tirar fotos assim!

🙂

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