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Archive for abril \24\UTC 2010

Estive em uma farmácia fazendo uma análise de acessibilidade e dei uma dica muito importante que pode ser usada no varejo em geral.

Geralmente a disposição dos produtos nas prateleiras é feita de forma horizontal, onde vários do mesmo produto estão em uma prateleira. Na posição vertical, os produtos são dispostos de forma que todas as pessoas, de diversas alturas tenham acesso a todos os produtos.

A ilustração explica melhor:

Esta é uma solução que atende todas as pessoas, inclusive o deficiente visual.

Em uma das prateleiras há indicação em Braille referente ao produto. E por estarem todos ali na mesma prateleira, facilita para que a pessoa não tenha que ficar abaixando e se esticando para pegar o produto.

O produto “porvador” também pode ter uma etiqueta em Braille.

O lugar está acessível naturalmente. Ninguém percebe mas todos se sentem integrados.

🙂

Esse post me lembrou do blog Falando de Varejo.

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Comecei com o twitter (@acessibilidade) depois achei pouco e resolvi criar esse blog para levar o assunto “acessibilidade” para todas as pessoas.

A minha idéia é essa: tornar o assunto cada vez mais popular. Passar a informação de forma simples e objetiva. Só assim, com conhecimento, as pessoas tem menos resistência em adaptar e a população se conscientiza da importancia de termos espaços visitáveis por todas as pessoas.

Comecei na raça e sem visar lucros. Está dando muito certo. Recebo cerca de 350 visitas por dia. Fora os comentários, sempre muito bem elaborados e pertinentes. Respondo todos. Relembre um dos primeiros posts com o logo ainda bem tosco!

Agora, depois que este blog completou um ano de vida, algumas empresas de produtos de acessibilidade tem me procurado a fim de colocar aqui suas propagandas. Agradeço as propostas mas não estou interessada. Como já disse, não é esse o meu objetivo.

A Montele  é minha parceira! E por ser minha parceira nada mais justo que ela apareça aqui. Confio, indico e recomendo.

Vou continuar mantendo o nível do blog e o próximo passo é torná-lo acessível para deficientes visuais, ainda não o fiz por justamente não ter “patrocinios”.

Agradeço a todos os leitores pela audiência! Muito obrigada 🙂

E vocês sabem, que qualquer dúvida, sugestão, reclamação, solução, podem falar comigo!

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Reatech 2010

Esse ano também fui na Reatech – feira de tecnologia em reabilitação, inclusão e acessibilidade.

Não tem muita informação para a área de arquitetura, tanto para quem procura informações para adaptar seu apartamento (por exemplo) como para profissionais da área de arquitetura que queira se aprimorar.

Eu fui na sexta deira, dia 16, pois não queria perder a palestra da arquiteta Elisa Prado, da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida. Ela é ótima e falou muito bem sobre “Residências Acessíveis”, pena que a palestra não foi muito divulgada, mas valeu a pena ter assistido.

Esta foi a palestra que mais me interessou, mas tiveram outras.

Eu preferi andar pela feira com olhar técnico e tirar as minha próprias conclusões. Uma feira como essa é uma vivência no universo da pessoa com deficiência. Disfarçadamente tirei fotos e medidas de cadeiras de rodas diferentes.

Nessa foto acima a gente percebe a variação de medidas de cadeiras de rodas.

A atleta que joga basquete tem a cadeira tipo “cambada” com largura de um metro. Isso é importante para lembrarmos na hora de projetar um vestiário. Imagina um time todo entrando com essas cadeiras no vestiário.

Já a criança ao lado tem uma cadeira com largura de 35 centímetros, porém também precisa de um espaço de um metro.

A criança de cadeira de rodas nunca estará sozinha, sem a companhia de um adulto, por isso: 35 centímetros + 65 centímetros em média de um adulto de pé = um metro!

Sendo assim, vou dar um exemplo: um sanitário acessível também pode ser usado por uma criança em cadeira de rodas + um adulto! Devemos levar em consideração que uma criança sempre precisa da ajuda de um adulto, e essa ajuda também ocupa espaço.

Bom, voltando para o assunto Reatech:

Gostei muito desses jogos acessíveis! É uma idéia que pode ser reproduzida até por quem não tem recursos financeiros.

Depois de andar bastante pela feira eu mereci uma massagem!

Até a próxima Reatech 🙂

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Espaço Minas Gerais

Essa casa onde fica o Espaço Minas Gerais é antiga e está em processo de tombamento. É um espaço muito legal na Av. Paulista esquina com a Rua Minas Gerais. Vale a pena conhecer. Eu recomendo em dobro por ser acessível.

Nessa foto temos o contraste do novo com o antigo. Este elevador de acessibilidade foi instalado para dar acesso a todos os pavimentos.

Quando se fala em acessibilidade em edifícios antigos alguns arquitetos conservadores torcem o nariz. Mas… não projetamos para o homem? Então.

O Espaço Minas Gerais é um ótimo exemplo de acessibilidade em edifícios antigos! É importante que o “novo” tenha a forma condizente da época em que vivemos, para assim não dar a impressão de que o elevador já existia, pois naquela época não existia mesmo. E qualquer coisa forçada querendo imitar aquela época fica artificial.

Ao contemplarmos um edifício devemos saber diferenciar de qual época pertence esta arquitetura: o edifício do início do século XIII e o elevador contemporâneo.Os dois não estão duelando, e sim se completando: cada um em sua época de acordo com as necessidades do homem.

Na foto acima percebemos a distância que o elevador está do edifício, e a intervenção de acessibilidade sem ter que furar a laje.

Graças a intervenção de acessibilidade todas as pessoas têm acesso a essa vista.

🙂

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Na Norma de Acessibilidade tem um desenho bem claro de como deve ficar a calçada quando o edifício em frente está passando por obras e reformas.

Nesse desenho da Norma fica bem claro que mais uma vez o pedestre deve ser privilegiado.

O certo é fazer um corredor com tapume entre a rua e o meio fio, para proteger o pedestre dos veículos. O que não pode é deixar o pedestre sem opção de passagem!

É arriscado ultrapassar o obstáculo pela rua, e fica mais arriscado se tem carro estacionado.

Eu passo todos os dias em frente essa obra, e faz mais de um mês que está essa situação.

Nem preciso falar que um cadeirante (mais uma vez) é o mais prejudicado.

Isso acontece na cidade toda. É errado.

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Matéria da Folha de São Paulo – Caderno de Imóveis

04/04/2010

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