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Archive for junho \30\-03:00 2010

No bairro de Campo Grande, perto da Av. Nossa Senhora de Sabará, a Rua Santana tem fluxo intenso de veículos e pessoas que caminham em direção a um Hospital público que existe nessa rua.

Fiquei no local por uma hora e vi bastante gente com crianças de colo, com carrinho de bebê, idosos, idosos com mobilidade bem reduzida, pessoa de bengala, etc. Vi também caminhão de grande porte em alta velocidade e carros no sentido contrário.
Todas essas pessoas se arriscavam caminhando pelo meio da rua.

Solução:

Aumentar a largura da calçada avançando 1,20m para o leito carroçável, dos dois lados da rua.

Transformar a rua em mão única.

Com essa solução não há necessidade de “reformar” a calçada existente, evitaria a remoção de árvores e postes, fazendo dessa calçada uma FAIXA DE SERVIÇO, e a nova calçada a FAIXA LIVRE acessível para todas as pessoas.

😀

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Até um atleta não está livre de ter mobilidade reduzida temporária! Muita gente associa acessibilidade com pessoa de cadeira de rodas. Acessibilidade é para todos, em alguma fase da vida alguém pode precisar!

Boa definição do Alberto Duck, no twitter:
@AlbertoDuck Quando as pessoas perceberem q tds nós podemos um dia ficar com alguma deficiencia, aí sim vão começar a pensar em acessibilidade

E o Thiago completou no twitter:
@tmeller2 Eu tô com braço engessado e já tô sofrendo, me sinto, nas palavras do @assimcomovc, um matrixiano

Veja só quem já teve mobilidade reduzida temporária:

Ronaldo Fenômeno:

Daiane dos Santos:

Atacante do Manchester Wayne Rooney:

O portuga Criatiano Ronaldo:
Ainda bem que essa escada é antiderrapante!

Quem mais?

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Eu já fiz a minha inscrição!!! 😀

De 26 a 30 de julho, das 9h às 16h.

Como formar público de pessoas com deficiência para usufruírem das atividades culturais?

O Curso Criação e Gerenciamento de Projetos Culturais Acessíveis à Pessoas com Deficiência, tem como objetivo capacitar profissionais e estudantes a desenvolverem projetos de inclusão e acessibilidade cultural em espaços culturais, museus, centros de divulgação cultural e científica, organizações sociais, escolas, universidades, agências e turismo e empresas.

O curso foca na criação e gestão de projetos e apresenta metodologias para a inclusão de pessoas com deficiência na elaboração, execução e avaliação das propostas.

Público Alvo: museus e espaços culturais, escolas públicas e particulares, estudantes de graduação e pós-graduação em áreas de cultura e educação, organizações sociais e agências de turismo.

Material: palestras, vivências, visitas técnicas, apostila em CD-ROM
e Certificado de participação.

Data: 26 a 30 de julho de 2010 das 9h às 16h. Carga Horária: 30 horas.

Investimento: R$ 250,00 por participante
Estudantes e professores R$ 200,00

Local: Auditório da Fundação Dorina Nowill para Cegos
Rua Dr. Diogo de Faria, 558 – Vila Clementino – São Paulo – SP
(Metrô Santa Cruz)

Inscrição: pelo site http://migre.me/Pgjf

Coordenação: Viviane Panelli Sarraf, Consultora de acessibilidade cultural da Fundação Dorina Nowill para Cegos, Diretora-Fundadora da Museus Acessíveis Serviços Museológicos e Culturais, especialista em Museologia e Mestre em Ciência da Informação pela Universidade de São Paulo, Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP com trabalhos acadêmicos na área de acessibilidade em museus. Criadora da RINAM – Rede de Informação de Acessibilidade em Museus www.rinam.com.br. Já obteve premiações na área cultural e de empreendedorismo, tem artigos publicados em periódicos científicos e mídia e publicou em 2010 o livro Museum Rehabilitation: Cultural Inclusion Policies through Accessibility, pela editora alemã VDM Verlag.

Contato: viviane.sarraf@fundacaodorina.org.br

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Em 2 dias eu e a equipe Arquitetura Acessível adaptamos o sanitário do 10o Tabelião de Notas da Capital.

Veja só:

Esse vaso foi instalado bem no meio do sanitário, e isso impossibilita que a pessoa de cadeira de rodas se posicione de ambos os lados.


Com o deslocamento lateral do vaso, o sanitário se tornou acessível.
Além disso foi feito um sóculo, ou base, para elevar o vaso sanitário. Isso só é preciso ser feito se o vaso sanitário tiver altura de 40 centímetros. O importante é que a altura resultante do vaso com o tampo seja de 46 centímetros.

Agora, veja a cirurgia que foi feita para que o deslocamento ficasse milimetricamente exato.

O mais importante em um sanitário é a área de giro de uma cadeira de rodas, e consequentemente o módulo de referência é garantido.

Depois o resto foi fácil:

Uma recomendação: comprei as barras de apoio na Barras de Apoio e adorei o atendimento e o preço. A pessoa que me atendeu perguntou o tamanho do lavatório para que a barra de apoio fique na medida correta conforme a Norma NBR 9050/2004. Achei isso ótimo, pois já vi várias barras de apoio instaladas inadequadamente em lavatórios. Além disso, eles entregaram no local um dia depois que eu fiz o pedido. Anotem o telefone deles: 3255 0661.

Espero que todos que acessam o blog Arquitetura Acessível não fiquem com dúvidas.

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Uma cidade que eu quero conhecer: Uberlândia!

Depois que eu assisti a minha vontade só aumentou.

Uberlândia é um exemplo de boa gestão e vontade de tornar uma cidade acessível. Não é impossível.

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Escadas não são acessíveis para muita gente, mas alguns detalhes devem ser levados em consideração para que a subida e descida não se transforme em uma escalada sacrificante.

Além de corrimãos adequados e contínuos no patamar, piso tátil de alerta deve ser instalado e faixas de cor contrastante também. Nesse local ilustrado na foto, havia faixa antiderrapante e não tinha efeito de contraste.

Com a escada cinza, a cor contrastante pode ser amarelo ou azul. Eu prefiro amarelo, questão de gosto.


Veja como o piso tátil cinza se anula na escada cinza! Perde a função contrastante que ajuda pessoas com baixa visão.

Não se instala piso tátil no patamar. A pessoa com deficiência visual pode achar que ali acabou a escada.
Piso tátil deve de alerta deve ser instalado no início e término da escada (ou rampa).

Um lugar acessível reúne centenas de detalhes bem instalados.

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Aqui em São Paulo, que eu saiba, só existe um motel com suite acessível para pessoas com deficiencia.
Imagino nesse dia dos namorados o quanto ela não foi concorrida!

Esse fim de semana foi inaugurada mais uma suite acessível, não em São Paulo, mas em Brasília! Agora o Motel Colorado também tem uma suíte acessível.

Geralmente o acesso é através do estacionamento privativo, que tem uma escada onde subimos para a suíte. Nesses casos não tem jeito, tem que ter uma plataforma elevatória de acessibilidade.

Nem todos os motéis tem suítes planas como a do Swing Motel, em São Paulo.

As pessoas com deficiencia também querem frequentar motéis!
Se todo motel tiver pelo menos uma suíte adaptada terá com certeza retorno financeiro rápido, pois a demanda reprimida é grande.

enc

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Rampa Rápida

Em casas de espetáculos o palco também deve ser acessível para pessoas com deficiencia.
Geralmente o acesso é realizado através de escadas.

No caso da Casa de Portugal, no bairro Liberdade em São Paulo, já no acesso percebemos a presença de escadarias com antigos azulejos portugueses, corrimãos trabalhados em cobre e piso de mármore. Ao lado um elevador de acessibilidade da Montele. Isso prova que houve preocupação com acessibilidade, e o elevador funciona perfeitamente atendendo todos os pavimentos.

Acessar o local é básico. Mas e os outros ambientes como o PALCO, por exemplo?

Com altura de 1,14m e sem muito espaço, a idéia foi encostar a rampa no palco, usando toda a frente.

A equipe Arquitetura Acessível trabalhou das 8h até as 15h sem parar, para que as 19h a rampa estivesse pronta para o evento. Correria.

A idéia dessa rampa é dar a sensação de que ela sempre existiu. Quem chegou hoje no local pela primeira vez não percebeu que essa rampa havia acabado de ser feita! Por isso pintamos da cor do palco.

A rampa (ou a falta dela) não pode ser o foco do evento, deve exercer sua função e passar despercebida. Por isso o palco deve ser acessível.

Por essas e outras, cada rampa deve ser dimensionada de acordo com o local. Por isso essa rampa permanecerá na Casa de Portugal. Além de ser difícil transportá-la, nenhum outro lugar tem essas características.

Cada rampa é projetada de acordo com sua necessidade.

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