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Archive for outubro \27\UTC 2010

“Daqui dez anos estaremos falando muito pouco sobre acessibilidade, pois hoje os lugares estão sendo projetados levando em conta a diversidade humana. Os espaços existentes (públicos e privados) estão passando por adequações.

Não haverá mais placas indicando que ali há um lugar de fácil acesso, pois será normal todos os lugares serem acessíveis e a indicação será desnecessária. As pessoas poderão sair de casa e ir para qualquer lugar sem se preocupar se vai chegar ao seu destino!

Haverá sim de vez em quando uma placa com o símbolo universal de acesso cortada ao meio, indicando que ali não há acesso. Isso será visto como um absurdo e todas as pessoas vão ficar surpresas ao presenciar uma barreira arquitetônica.

Um edifício comercial com descaso arquitetônico, por exemplo, será uma vergonha para o proprietário que diante do questionamento da população não saberá responder o motivo pelo qual ele limita o acesso de diversas pessoas consumidoras.

Com autonomia, segurança e conforto o direito de ir e vir será garantido para todas as pessoas, o que incentivará o convívio, a troca de experiências e uma sociedade eficiente.

Em 2020 não haverá lugar deficiente. Em 2020 acessibilidade será um problema ultrapassado!”

Trabalho pra isso 😀

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Curso de Audiodescrição

Dias 4 e 5 de Novembro, das 9h às 17h.

Como o público de pessoas com deficiência visual pode usufruir das atividades culturais?

O Curso de Introdução à Áudiodescrição em Produtos Culturais e de Comunicação tem como objetivo apresentar e analisar as principais tendências e boas práticas nacionais e internacionais nessa nova área. A partir das reflexões teóricas, práticas e do contato direto com usuários dos produtos com áudiodescrição, pretendemos nortear uma prática coerente que beneficie com qualidade seu público beneficiário – as pessoas com deficiência visual.

Público Alvo: Profissionais e estudantes das áreas de cultura, telecomunicações, propaganda, jornalismo, professores e interessados em geral.

Benefícios: Coffee Break, vivências, palestras, aulas práticas, apostila em CD-ROM e Certificado de participação.

Data e horário: 04/11/2010 – 9h ás 17h e 05/11/2010 – 9h às 18h

Carga Horária: 15 horas

Investimento: R$ 125,00 por participante
Estudantes e professores da rede pública R$ 100,00

Local: Auditório da Fundação Dorina Nowill para Cegos
Rua Dr. Diogo de Faria, 558 – Vila Clementino – São Paulo – SP (próximo ao Metrô Santa Cruz)

Inscrição CLIQUE AQUI

Coordenação: Viviane Panelli Sarraf, coordenadora do Centro de Memória Dorina Nowill, consultora de acessibilidade cultural da instituição, diretora-fundadora da Museus Acessíveis Serviços Museológicos e Culturais. Já obteve premiações na área cultural e de empreendedorismo. Viviane é criadora da RINAM – Rede de Informação de Acessibilidade em Museus: www.rinam.com.br. Viviane é especialista em Museologia e Mestre em Ciência da Informação pela Universidade de São Paulo, Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP na área de acessibilidade em museus. Tem artigos publicados em periódicos científicos e mídia e publicou em 2010 o livro Museum Rehabilitation: Cultural Inclusion Policies through Accessibility, pela editora alemã VDM Verlag.

Contato: viviane.sarraf@fundacaodorina.org.br ou 11 5087-0099 ramal 0955 (às segundas e quintas-feiras pela manhã).

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Esse domingo o Parque Ibirapuera inaugura um brinquedo acessível para TODAS as crianças!

Olha a reportagem da Folha de São Paulo (clique para ampliar):

Haverá apresentação de mágicos, palhaços e malabaristas nos dias 10, 11 e 12 de outubro, das 14h às 16h no Parque, perto da marquise. Vai ter intérprete de Libras, audiodescrição e transporte adaptado a partir da estação Santa Cruz de metrô.

A idéia de “todos brincarem juntos” é ótima, pois com isso as crianças vão crescer aprendendo a conviver com as diferenças e no futuro serão adultos sem preconceitos.
A criança com deficiência também quer brincar, ser “levada”, cair, se sujar e experimentar novos espaços!
O legal desse brinquedo é que ele possibilita a brincadeira entre todas as crianças, sem segregar a que tem alguma deficiência.

Gosto muito desse tema.
Venho estudando crianças com deficiência a bastante tempo e fico feliz com esse tipo de projeto.
No Parque Villa Lobos já existe esse tipo de brinquedo e eu já falei disso aqui no blog, LEMBRE AQUI.

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Já fiz um post sobre CAPACHOS comentando que eles devem ser embutidos no piso para não deixar desnível.
Mas nunca entendi a forma que eles são colocados, na perpendicular de quem passa por cima dele.

Essa é a forma tradicional que os capachos são colocados:

Se fosse colocado da maneira que é certa (no meu conceito) toda a área do capacho seria utilizada durante o caminhar natural da pessoa. E mais, uma pessoa de cadeira de rodas passaria uma volta completa da roda sobre o capacho!

Você concorda?

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