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Archive for novembro \29\UTC 2010

Casa Cor Bahia

Com o tema, “Sua Casa, Sua Vida, Mais Sustentável e Feliz”, CASA COR BAHIA foi realizada no tradicional bairro Morro do Ipiranga, privilegiando cinco casas que foram totalmente reformuladas, adaptadas com relação a acessibilidade e interligadas pelo arquiteto David Bastos para abrigar a mostra que ocupou uma área de aproximadamente 3.900 mil m².

A Montele esteve por lá com mais uma linda plataforma elevatória!


Como são bonitas e eficientes, as plataformas não agridem o visual da fachada.
🙂

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As cidades estão se mobilizando para falar de acessibilidade!
Dessa vez é São José dos Campos.

I Seminário de Calçadas e Acessibilidade Urbana.
Evento gratuito, que acontece no dia 8/12, em São José dos Campos. Neste evento será apresentado, entre outros temas, o caso de sucesso da cidade: o Programa Calçada Segura.

O programa Calçada Segura, considerado caso de sucesso, visa a transformar as calçadas em locais mais seguros e acessíveis para pedestres, especialmente idosos, pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Tem a adesão da população e ainda gera emprego para pedreiros calceteiros e outros profissionais responsáveis pela execução de calçadas.

Serviço:
I Seminário de Calçadas e Acessibilidade Urbana
Data: 08/12
Local: Núcleo do Parque Tecnológico, localizado na Rodovia Presidente Dutra, Km 138,7 – Eugênio de Melo, São José dos Campos.
Horário: das 8 às 13 horas
As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo site www.anggulo.com.br/sjccalcadas, www.sjc.sp.gov.br.
Mais informações pelo telefone: (12) 3947-8806.
😀

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A minha amiga e também arquiteta Carol Fomin (@carolfomin) esteve em Chicago e tirou uma foto de um sanitário acessível.
Vamos analisar?


O que mais chama atenção é a cadeirinha de criança dentro do sanitário!
Realmente, onde deixar a criança inquieta quando a mãe ou o pai está usando o sanitário? Se o bebê estiver engatinhando fica anti higiênico deixá-lo no chão. Além de outros casos. Nesse sanitário existe também trocador de fraldas.
O cesto de lixo poderia ser um pouco maior e estar do outro lado do vaso, para não atrapalhar na área de transferência.

Assim como no Brasil, em Chicago eles também deixam material de limpeza no sanitário acessível. Só que lá é mais discreto.

Quanto aos outros itens, as medidas do sanitário acessível nos Estados Unidos são bem parecidas com as nossas. Lembrando que a nossa Norma de Acessibilidade não deixa nada a desejar da Norma deles! 🙂

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Esquina Acessível

Essa solução pode ser adotada em muitas esquinas.

Nesse caso da foto, poderia sim ser tudo escada, como na maioria dos casos. Com certeza quem “fez” essa esquina lembrou da diversidade humana.

Pegaram a medida da altura do desnível da esquina e foram dividindo até chegar em um número de degraus iguais. Assim foi feita a escada. Ao lado, segundo a mesma inclinação tem uma rampa.

Por mais inclinada que a esquina fique, é sempre bom ter uma parte “lisa” – sem degraus.
É muito mais fácil empurrar do que carregar alguém de cadeira de rodas, com carrinho de bebê ou de feira.

Entre a rampa e a escada poderia ter um corrimão, mas será que é pedir demais?

Acredito que essa (foto) seja a única solução para esse tipo de esquina!
🙂

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Paulo Von Poser

O arquiteto e artista plástico Paulo Von Poser foi meu professor, e desde então sou fã de seu trabalho maravilhoso.
Ele me inspira muito, tanto que eu sempre desenho para não perder o hábito. Nos meus trabalhos sempre que posso desenho a mão livre e os clientes adoram!
Foi o Paulo Von Poser que me deu todo incentivo de vir para São Paulo e trabalhar com acessibilidade. Mais um motivo para eu ser sua fã.

Esse é um desenho que ele fez de São Paulo, usando preto com papel branco:

Mas sua principal característica são as rosas! E no começo desse mês lançou o livro: A cidade e a Rosa.

O Paulo sempre insere algo sensorial em seus trabalhos, dessa vez, no lançamento do seu livro não foi diferente:

Haviam quatro dispositivos desses, onde a gente apertava um botão e exalava cheiro de rosas!
😀
Veja mais trabalhos do Paulo Von Poser AQUI e AQUI.

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A Folha visitou a Câmara, o Senado, o Palácio do Planalto, o STF (Supremo Tribunal Federal) e o MEC (Ministério da Educação), com o objetivo de mapear a acessibilidade dos locais por onde passarão os eleitos: Mara Gabrilli (PSDB-SP), Rosinha da Adefal (PT do B-AL) e Walter Tosta (PMN-MG) que começarão seus mandatos de deputados com duas graves desvantagens: não poderão subir à tribuna para discursar e não poderão integrar a Mesa Diretora (que comanda sessões no plenário).

Veja a matéria completa AQUI.

Mesmo os espaços que já existem e são considerados acessíveis não são exemplos de plena acessibilidade. As rampas, por exemplo, possuem inclinação e corrimãos inadequados. Nos sanitários faltam alguns itens.
Nas fotos tiradas pela Folha eu não reparei em nada que facilitasse o acesso e percurso de pessoas com deficiência visual, sempre esquecidos em projetos arquitetônicos. Veja todas as fotos AQUI.


Na foto acima foi apontada a ausência de lavatório dentro do box sanitário. Além disso a papeleira deve estar na parede lateral ao vaso. Também reparei que esse vaso deve estar com altura de 40 centímetros, e o certo é 45 centímetros.


Na foto acima a gente percebe claramente que a rampa é insegura, pois possui corrimão de apenas um lado. Além disso o carpete em contato com as rodas da cadeira dificulta o manuseio da mesma.


O sanitário acessível deve ser livre de objetos espalhados para não atrapalhar a área de giro da cadeira de rodas. A barra de apoio instalada junto ao vaso é para a área do chuveiro. Ao lado do vaso a parra de apoio deve ser reta, paralela ao chão. A papeleira deve estar posicionada 15 centímetros depois do término do vaso. E o lavatório precisa de barra de apoio também. São detalhes.

Tombamento:
O tombamento é o ato de reconhecimento do valor cultural de um bem, que o transforma em patrimônio oficial e institui regime jurídico especial de propriedade, levando-se em conta sua função social.
Em dezembro de 2007, o Iphan decidiu pelo tombamento da estrutura arquitetônica do Congresso Nacional. Isso não quer dizer que melhorias de acessibilidade não podem ser feitas, pois essas melhorias não interferem no volume dos prédios. Alguns detalhes deverão ser executados. Ainda dá tempo.

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Escada Acessível

Escadas também precisam ser acessíveis.
Fui chamada para resolver o problema de uma escada onde todos “quase sempre” caiam quando chegavam no último degrau.

Essa escada de 3 degraus não existia e precisou ser feita depois que uma passagem nova foi aberta. Com 62 centímetros de altura de desnível, precisava mesmo de uma escada.
Porém, não foi projetada adequadamente. Veja:

Os degraus de uma escada devem ter de 17 centímetros de altura para ser confortável.
Se não tiver como obter essa medida, os degraus devem no mínimo ser todos iguais.

Quando estamos descendo e subindo uma escada, nossos passos entram em um ritmo mental onde entendemos que todos os degraus tem tamanhos iguais.
Por isso tropeçamos quando um deles é maior, ou pisamos em falso quando um deles é menor.

A foto mostra que o primeiro degrau tem 25 centímetros de altura, que é praticamente um precipício para quem desce de salto, por exemplo.

O desnível total é de 62 centímetros, dividi por 4 e cada degrau ficou com 15,5 centímetros de altura.
Todos iguais e com altura confortável.

Depois é só colocar corrimão duplo dos dois lados, faixa contrastante e piso tátil.
Fiz uma montagem rapidinha só para ver como vai ficar:

Agora ninguém se desequilibra mais! 🙂

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