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Archive for abril \29\UTC 2011

Hoje as Exposições estão mais interativas: o público participa tocando, sentindo, pisando, ouvindo, vivenciando, etc. Isso é muito bom para o público que não tem um dos sentidos.

Tem material de apoio em Braille, é só pedir.

Esse tipo de exposição, como Água na Oca , é muito interessante para aguçar os nossos sentidos e ao mesmo tempo para a gente aprender mais sobre o universo da ÁGUA!

Minhas fotos não ficaram nada boas, mas dá pra entender que é acessível para todos os públicos.

Vários peixes foram reproduzidos para poder tocar!

Nessa parte (que aparece na foto acima) a gente deita em colchões d`’agua e ficamos olhando os peixes passando, projetados no teto, o que dá a sensação de que também estamos na água! É demais, só indo e sentindo mesmo.

Como o local é escuro, embaixo das “camas” há uma iluminação para melhor localização.

A Oca é acessível arquitetonicamente, porém o elevador não estava funcionando, o que pode dificultar a locomoção de várias pessoas. Os pavimentos são interligados por rampas, porém, com inclinação acima do recomendado.

o recomendado é 8,33% e a inclunação das rampas da Oca devem ser de 12% aproximadamente

Todos os espaços, instalações e obras são acessíveis e os monitores são preparados para receber qualquer público.

A Exposição Água na Oca vai até o dia 8 de maio 2011, fica na Av. Pedro Álvares Cabral s/n, portão 3 – Parque do Ibirapuera. Agendamento e informações: (11) 3883-9090  exposicao@divertecultural.com.br

🙂

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Curso de Acessibilidade

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O primeiro e o segundo Curso “Acessibilidade na Prática” foi um sucesso.

Agora a pedidos faremos a terceira turma Intensivão de Sábado!

Acontecerá dia 02 de julho, das 8h até as 18h. Local a confirmar. Preço acessível: R$250,00 para profissionais e R$220,00 para estudantes.

Vamos colocando mais informações na nossa fan page do facebook  http://www.facebook.com/cursodeacessibilidade

No nosso site  www.cursodeacessibilidade.com E claro, aqui no blog! 🙂

Dúvidas? contato@cursodeacessibilidade.com

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Audiodescrição

Tinha feito um post sobre a escola de samba “Embaixadores da Alegria”, que desfilou no sambódromo do Rio de Janeiro. Veja esse POST AQUI.

Hoje eu fiquei sabendo de uma notícia que me deixou emocionada! A Prefeitura do Rio de Janeiro inseriu Audiodescrição para pessoas com deficiência visual no desfile das escolas de samba.

Adorei a iniciativa, os deficientes também. Vale a pena assistir esse vídeo:

“Registro em video da primeira transmissão de Audiodescrição na Marquês de Sapucaí, realizada no desfile do Grupo Especial das Escolas de Samba do Rio de Janeiro. O setor 13, que já possuía acessibilidade para cadeirantes e pessoas com as mais variadas deficiências, se tornou mais acessível para deficientes visuais que puderam fazer uso de fones para acompanhar o desfile”.

É a nossa cultura popular acessível para todas as pessoas, mais um ótimo exemplo para ser seguido! 🙂

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Quando eu pergunto se o lugar é acessível, a resposta que sempre tenho é: “sim, tem rampa!”

Mas será que a solução é sempre uma rampa? Resposta: não. Existem vários outros itens nas 97 páginas da Norma de Acessibilidade que também precisam ser levados em consideração.

De qualquer forma, as rampas facilitam muito o acesso se bem executadas. Para ilustrar, vamos analisar 3 casos:

Primeira rampa. Aparentemente adequada.

 

Essa primeira rampa parece ter inclinação correta até a gente ver uma pessoa de cadeira de rodas usando. O correto é 8,33% e está com 10%. Parece pouca diferença, mas o esforço é muito maior. Além disso o corrimão deveria ser de duas alturas, e com a largura correta, de no máximo 4,5cm.

É importante ter iluminação natural nas rampas, que as paredes não tenham texturas agressivas, que tenha contraste entre piso e parede, etc.

 

Segunda rampa. Inclinação adequada.

Nessa segunda rampa observamos que o piso é escorregadio com o agravante de estar posicionada em um local quase descoberto. Além da inclinação estar adequada, não basta se não for antiderrapante. Por isso o improviso.

Deveria também tem corrimão dos dois lados e estar sinalizada com piso tátil de alerta no início e no final.

Enfim, faltou projeto e dispor melhor o mobiliário. A intenção é muito boa, já que não são todos os lugares que se preocupam com seus degraus.

 

Terceira rampa. Inclinada e escorregadia.

Além de estar com inclinação de aproximadamente 15%, é escorregadia. A largura não está adequada e mesmo assim foi instalada uma porta de correr que diminui mais a largura da rampa.

Este tipo de corrimão é inadequado, está com altura inadequada e não tem prolongamento.

Antes e depois de toda rampa deve-se prever um espaço para o patamar. Nesse caso, se a pessoa está descendo a rampa e a porta está fechada, sua abertura fica dificultada, já que não possui patamar e a rampa está com inclinação inadequada.

Para adequar essa rampa a obra não é fácil, pois precisa aumentar a largura da rampa (tem espaço), projetar um patamar logo depois da porta de acesso e mudar o revestimento.

——

Concluindo: não basta ter uma rampa se ela não der conforto, segurança e autonomia para todas as pessoas.

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Quem já não passou por essa situação: precisar de um gancho para pendurar a sua bolsa quando vai ao sanitário?!

É muito raro ver uma mulher sem bolsa! Por isso é muito útil quando os sanitários têm ganchos, principalmente em um shopping onde além da bolsa a pessoa pode estar com sacola de compras.

Esses dias precisei improvisar um gancho na dobradiça da porta:

Depois percebi que mais pessoas passam por isso e acabam deixando suas bolsas no chão!

Achei ESSE POST em um blog falando sobre as bolsas nos sanitários.

No blog “Querido Leitor” também já foi falado sobre isso. Inclusive tem várias fotos de ganchos criativos.

Por falta de ganchos fixos nos lugares os “ganchos portáteis” estão fazendo sucesso!

O “gancho portátil” é útil para mesas de bares e restaurantes, para os lavatórios públicos onde a pia está sempre molhada, e até para os sanitários.

😀

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